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🏥 Saúde

Vacinas contra a febre amarela estarão disponíveis a partir de sexta (1º)

Imunização será feita em todos os postos do município que possuem sala de vacina.

Atualizado há 6 horas
Vacinas contra a febre amarela estarão disponíveis a partir de sexta (1º)

Foto: Reprodução

Atendendo a recomendação do Ministério da Saúde de ampliar a cobertura vacinal contra a febre amarela, a Fundação Municipal de Saúde disponibilizará, a partir de sexta-feira (1º), doses em todos os postos que possuem sala de vacina. Poderão se imunizar todas as pessoas com idade entre nove meses e 59 anos, 11 meses e 29 dias. Acima desta faixa etária, se faz necessária a prescrição médica para a vacina ser aplicada. A vacina contra a febre amarela estará disponível durante todo o ano, como parte da rotina. Além das pessoas que encontram-se dentro da faixa etária da ampliação, devem se vacinar contra a febre amarela:
  • Viajantes para áreas com vigência de surto no país ou para países que exigem o Certificado Internacional de Vacinação ou Profilaxia e que ainda não tenham se vacinado (a vacina deve ser tomada pelo menos dez dias antes da viagem);
  • Pacientes suspeitos ou confirmados de febre amarela pós alta hospitalar, quando deve ser verificado o cartão de vacinação do paciente e aplicar a vacina; aqui, atenção para 1) caso confirmado de febre amarela (diagnóstico encerrado e confirmado) – não é necessária a vacinação; e 2) caso não confirmado de febre amarela (outro diagnóstico ou diagnóstico duvidoso) – necessária a vacinação pós alta;
  • Doadores de sangue e/ou de órgãos, vacinados contra a febre amarela devem aguardar um período de quatro semanas após receberem a dose para realizar a doação;
  • Em crianças menores de 2 anos de idade, não vacinadas contra a febre amarela, não devem receber as vacinas Tríplice Viral ou Tetra Viral simultaneamente à da febre amarela, devendo-se, obrigatoriamente, respeitar um intervalo mínimo de 30 dias entre as doses.
A febre amarela é uma doença infecciosa não-contagiosa causada por um arbovírus mantido em ciclo silvestre em que primatas não-humanos (macacos) atuam como hospedeiros amplificadores, sendo transmitida na América por mosquitos dos gêneros Haemagogus e Sabethes. Cerca de 90% dos casos apresentam formas benignas, que evoluem para a cura, enquanto 10% desenvolvem casos graves com mortalidade, neste grupo, que chega a 50%.