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Private Equity, Venture Capital e Seed Capital: possibilidades de alavancar empresas

Atualizado há 2 anos
Private Equity, Venture Capital e Seed Capital: possibilidades de alavancar empresas

Foto: Reprodução

Na área financeira algumas modalidades de investimento de capital estão sendo cada vez mais oferecidas pelo mercado. São opções que alavancam negócios, auxiliando os empresários e gestores a possuir recursos provenientes de um investidor ou de um fundo de investidores. A diferença destes tipos de investimentos de capital é que eles participam de forma ativa na gestão das organizações. Essas modalidades são: Seed Capital, Private Equity e Venture Capital. Para entender um pouco melhor vamos diferenciar os mesmos. O chamado Seed Capital (Capital Semente) são capitais investidos em empresas iniciais com pouca participação e algum risco de investimento, bem no início de sua fase de introdução mercado, e o propósito dos investidores é de fornecer recursos para estruturar as mesmas. As empresas escolhidas pelos investidores para o aporte de capital, podem ter estar na fase final de projeto de implantação ou já estarem bem no início das atividades com alguns clientes e produtos definidos. Os investimentos de Venture Capital (Capital de Risco ou Capital Empreendedor) são caracterizados por financiarem pequenas e promissoras empresas. O modelo de Venture Capital pode ser realizado por investidores individuais ou por um fundo de investidores que buscam companhias já com uma musculatura maior nos negócios. Os investimentos são nas empresas que tem um bom faturamento e uma boa carteira de clientes, mas que estão em processo de expansão e crescimento. Venture Capital é feito por meio da compra de uma participação societária, com o objetivo de obter valorizações posteriores em sua cota no momento da saída das operações da empresa. Esse é um mercado que só vem aumentando, só no Brasil em 2018 teve investimentos na ordem de US$ 859 milhões em 133 negócios. O México ficou em segundo lugar, com US$ 80 milhões em 59 acordos na América Latina (ÉPOCA, 2018). Já o modelo de Private Equity (Capital Privado) busca empresas maiores consolidadas e bem estruturadas, que possuam faturamento significativo e mercado solidificado. Os investidores buscam ajudar estas empresas na abertura de capital para possível fusão ou aquisição por outras empresas ou no reposicionamento de mercado de companhias abertas. Muitas vantagens podem ser apresentadas por esses modelos. Como atuam diretamente na gestão, podem acelerar o crescimento da organização, trazer boas práticas de governança e de gestão. Visão externa profissional além proporcionar desenvolvimento sustentável. Administre seu negócio.

Dica de Livro

A dica de livro vem da contribuição do mestre em engenharia de produção, nosso leitor e colega Paulo Dias, em seu blog ferramentas para inovar, que está disponível neste link. O livro trás ótimas sugestões na gestão o livro é Seis Regras Simples: como gerenciar a complexidade sem se complicar de Yves Morieux e Peter Tollman. Em um mundo cada vez mais complexo, muitas empresas passam mais tempo tentando sobreviver a essa complexidade do que aprimorando a execução ou definindo a estratégia. Para os autores porém, em vez de ficar tentando gerir a complexidade, melhor deixar que as pessoas trabalhem juntas e usem a própria inteligência para enfrentar os desafios que surgem em seu dia a dia. Este livro apresenta seis métodos comprovados – seis regras simples – para mobilizar as pessoas sem impor a elas novos processos, estruturas ou hierarquias. O resultado pode ser comprovado diretamente no desempenho e nos resultados das empresas. MORIEUX, Yves; TOLLMAN, Peter. Seis Regras Simples: como gerenciar a complexidade sem se complicar. São Paulo: HSM editora, 2015.