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Como será pleito de 2020

Atualizado há 2 anos
Como será pleito de 2020

Fotos: Reprodução

Sobre as eleições municipais do ano que vem, em Tubarão, pode-se pintar um quadro político nada convencional a que os eleitores estejam acostumados. Com exceção do prefeito Joares Ponticelli (PP) que irá concorrer à reeleição, as demais siglas devem surgir com novidades. MDB já tem assegurado o nome do Dr. Cristiano Ferreira. PSL conta com o empresário Luciano Menezes. PSD ainda indefinido, ou segue na coligação da atual administração municipal. E, como sempre, sem muito alarde, vem o Partido dos Trabalhadores. Apesar de discreto, comenta-se nos bastidores que Olávio Falchetti estaria se preparando para voltar ao embate. Há quem diga também que em função da idade e compromisso com sua empresa abriria mão para outras lideranças. Sem interesse e meio avesso a aliança, não seria nenhuma surpresa a decisão do partido em lançar o vereador Paulo Henrique Lúcio como candidato a prefeito e como vice o suplente Matheus Madeira. Um cenário diferente que deixará, contudo, boa parte dos caciques enraivecidos. Faz parte do jogo político.  

Os beneficiários do Banco

Quem com ferro fere, com ferro será ferido. Esse é um ditado popular até hoje em voga nos mais diversos setores da sociedade. Não atire a primeira pedra porque senão a pelota retornará com muito mais velocidade e em seu alvo certeiro. Exatamente o que está ocorrendo com alguns empresários e celebridades. A bolsa-jatinho, mais um fato polêmico do BNDES, em governos anteriores, entenda-se, Partido dos Trabalhadores, beneficiaram não somente afortunados brasileiros, mas também ditaduras estrangeiras. Nem precisa nomear os contemplados daqui, até porque, os relatos nas mídias sociais, digamos, espaço um pouco mais democrático onde têm mostrado a cara das figuras milionárias. O enorme rolo compressor das maracutaias de dinheiro público está apenas começando com a abertura da caixa-preta do aprazível Banco Nacional de Desenvolvimento Social. Nada melhor do que uma averiguação minuciosa para desmascarar os "benditos" pecadores.  

Calma comandante!

Governador Carlos Moisés ainda não desapegou do militarismo do qual foi servidor por muitos anos até chegar ao posto máximo do estado. Diferentemente daquela atividade cuja regra de hierarquia era extremamente rigorosa, tenta transferir erroneamente para o cargo que ocupa e até mesmo para sigla partidária da qual é vinculado. Na treta com os deputados Jessé Lopes e Ana Campagnolo, de maneira arbitrária, queria expulsá-los a todo custo do PSL. Não deu outra, foi alertado do equívoco e voltou atrás. Que feio seu comandante Moisés. O chefe da nação não gostou.  

Dando conta do recado

Dos dezessete vereadores de Tubarão, sem dúvida, Dalton Marcon (PSD) tem se destacado por conta de diversos trabalhos apresentados até o presente momento. Nas sessões do legislativo, dependendo das matérias levadas a plenário, interage e debate com seus pares sempre objetivando o interesse da coletividade. Dois projetos de sua autoria, um que reordena o sistema de venda, comercialização e validade de galões de água mineral, já aprovado. O outro, ainda em análise nas comissões da casa, diz respeito à futura cobrança da taxa de esgoto, cuja previsão é de 100% o que está tentando diminuir para 50% do valor que será cobrado ao consumidor. Ao que parece o Pessedista terá o apoio da maioria dos edis para a aprovação de seu relevante projeto. Aguarda-se, então.  

Derreteu-se em lágrimas

Presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia, chora com afagos do deputado Alexandre Frota. Expulso do PSL por seus ataques estrambóticos a Bolsonaro, ao entrar para o ninho tucano, e com a birra do governador Dória, o então artista daqueles espetáculos famosos entra para o time dos atiradores aleatórios. Não fosse lágrimas de crocodilo de sua excelência Maia, seria encenação espetacularizada como um mega filme de faroeste. Haja colírio nos olhos esbugalhados do carioca "Nhonho".  

Na cadeira do prefeito

Não é sempre que um presidente de Câmara de vereadores assume o comando de uma prefeitura. Vez por outra, essa oportunidade aparece e o nobre edil tem que agarrar com unhas e dentes. Embora seja um período curto, intensifica muitas ações como chefe do governo municipal. Como prefeito interino, Jairo Cascaes aproveitou o máximo todos os dias da semana, deixando sua marca no Paço Municipal. Satisfação pessoal e compartilhando com os munícipes, também.  

Com dinheiro do trabalhador

Está sendo bizarro ouvir políticos insistindo na questão de emendas parlamentares, que são endereçadas aos municípios. A trupe fala de boca cheia como se fosse um grande favor que eles estão fazendo. Impositivo ou positivo é dinheiro do povo, retornando para o povo.  

Tem muito o que aprender

A debutante deputada federal, Tabata Amaral (PDT-SP) não se cansa em dizer que está atuando em defesa dos mais necessitados. Seu projeto é uma farsa e começa exatamente pelo lado oposto. Para lutar pelos mais pobres teria sua excelência abdicar de mordomias e penduricalhos, assim como espernear em tom anti-acústico contra as benesses de seus pares e todo sistema executivo, legislativo e judiciário. A jovem parlamentar precisa aprender muito porque da reza ainda está só no início do terço.  

Fazendo a diferença

Ministro do Supremo Tribunal Federal Luis Roberto Barroso falou, "Alguns ministros mostram mais raiva de procuradores e juízes que estão fazendo um bom trabalho do que de criminosos que saquearam o país". Embora tenha sido indicado por Dilma Rousseff, para o STF, Roberto Barroso tem honrado com lisura e dignidade o cargo que ocupa na Suprema Corte do Brasil. É o diferencial de quem veste a importante toga do judiciário brasileiro.  

O centro mundial

Esses políticos e tantos outros serviçais da esquerda alardeiam país afora de que a Amazônia está em chamas pedindo socorro. Até parece os autênticos protetores da maior floresta do planeta. Os Europeus também metendo o bedelho. Enxeridos, trapaceiros, mentirosos. O INPE, assim como as ONGs, abastecidos de verbas públicas, sempre estiveram com os olhos vendados para o desmatamento. Sem falar que todos os anos e em todos os governos foram assim. Tudo ocorria da mesma forma que está havendo hoje. Sorrateiros.