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Conjecturando o imaginável

Atualizado há 2 anos
Conjecturando o imaginável

Foto: Reprodução

Faltando pouco mais de um ano para as eleições municipais, começam pra valer as especulações e comentários a respeito dos possíveis candidatos a majoritária no município de Tubarão. Embora com algumas definições já prontas, como é o caso do prefeito Joares Ponticelli, que concorre à reeleição, dos incipientes dr. Cristiano Ferreira pelo MDB, e de Luciano Menezes no PSL. Por enquanto, todos em clima de ajustamento. Não pode-se esquecer, também, do PSDB e do PT, mesmo que ainda um pouco morno na articulação, ambas as siglas foram protagonistas e vencedoras em pleitos recentes. Uma coisa é certa, a polarização do trio, Joares, Cristano e Luciano, tem tudo para fazer da campanha uma difícil decisão de escolha do eleitorado tubaronense.  

Ele tá otimista

Após a era bem-sucedida dos tucanos em Tubarão, com Carlos Stupp e Manoel Bertoncni, vereador Xandão não tem dúvida e afirma com todas as letras que é o melhor e está pronto para desafiar as urnas como candidato a prefeito da Cidade Azul. Ainda que respeitando seus colegas de bancada, João Fernandes e José Luiz Tancredo, nomes fortes na agremiação, Carlos Alexandre entende que este é seu momento e não pode perder a oportunidade. Apesar de manter relação estreita com dr. Cristiano, pelo fato de atuarem na área da saúde, alega estar amparado no ninho tucano para o novo desafio em 2020. Será?  

Em política até boi voa

Diferentes dos demais, PSD e PT estão paradinhos, paradinhos como água estagnada de poço. Caio Tokarski, em sua atuação de vice-prefeito, não tem se declarado abertamente sobre seu futuro político. De resenha amistosa com o prefeito Joares, segue sua pauta de um bom coadjuvante na atual administração de Tubarão. No entanto, isto não quer dizer que o jovem político não venha a galgar posições mais ousadas no pleito do ano que vem. Já imaginaram PSD e PT juntos com Caio, Nilton de Campos, Olavio, Matheus, Paulão? Oh louco, meu!  

Era só o que faltava

Sem pensar no outro lado da moeda, deputados catarinenses aprovaram projeto de lei dando carta branca aos prefeitos de poderem contratar militares e bombeiros da reserva para atuarem nos municípios. No entender da maioria dos parlamentares, seria uma forma de amenizar o alto custo que hoje são pagos a empresas privadas. Não bastassem os milhares de desempregados, os muitos jovens que estão entrando no mercado de trabalho, trazer de volta aposentados é pura falta de conhecimento, sensibilidade humana e econômica para o estado. Suas excelências pisaram feio na bola.  

Meio na esquerda do eleitor

João Dória, então empresário e publicitário brasileiro entrou para política com a convicção de fazer a grande diferença. Venceu uma eleição para prefeito de São Paulo e jurava de pés juntos que iria até o fim, não se sabe o que ele falara na ocasião. Na metade do caminho, jogou a toalha bastante encharcada e desasseada dando um chega pra lá em sua ideologia atirando-a por água abaixo. Deixou transparecer que deu uma baita golada na contaminada cachaça. Se segura presida que o mui amigo vem aí. Farinha pouca, meu pirão primeiro.  

Abuso de autoridade

Um projeto mequetrefe que não passa de apoio aos muitos políticos encrencados. Idealizado lá atrás, em 2016 pelo então senador esquerdista Roberto Requião do Panará e o não menos problemático alagoano Renam Calheiros, aprovado nas duas casas legislativas, está agora na mesa do presidente para ser sancionado ou vetado. Comenta-se que Bolsonaro estaria propenso em fazer algumas alterações o que não seria suficiente porque tal matéria vem de encontro ao relevante trabalho e todas as atividades da justiça brasileira. Uma verdadeira estocada na operação Lava Jato. Eles aprovaram, mas o Brasil inteiro desaprova essa absurda lei de proteção aos criminosos.  

Humor e política às vezes complica

Faz muitos anos e até décadas que os artistas brasileiros, especialmente aqueles que optaram pelo viés do humor, ao fazer piadas de políticos, seja na TV, em teatros e em Stand UP, podem agradar ou não os seus espectadores. Para cada tipo de show sempre haverá público específico, democrático, restrito, aberto e por aí vai. Dependendo do conteúdo humorístico o ator poderá sair do espetáculo ovacionado ou metralhado. Em recente apresentação em Teófilo Otoni, Minas Gerais, o humorista Gustavo Mendes foi hostilizado pela plateia por feito chacotas do presidente Bolsonaro. Moral da história, houve discussão generalizada e o show acabou.  

Desconectada da Rede

Marina Silva, é uma senhorinha invariavelmente muito equivocada. Usa vez por outra suas contas nas redes sociais com um único objetivo, por mais que alguém faça algo positivo, ela, a nordestina "cabra-macho" que pouco ou quase nada fez para o país, reage com patadas. Ataca o presidente Bolsonaro por reduzir e não aceitar os dólares de governos europeus para proteção da floresta amazônica. Não é redução de recursos para combater as queimadas, é diminuição de grana para os aproveitadores de Ongs, entre outras organizações fraudulentas, sem função alguma, retendo o dinheiro que devia ser aplicado em atividades relevantes da Amazônia. É só uma trava, dona Marina da grande Rede de Insustentabilidade.  

Não deve ser aprovado

Requerimento apresentado na sessão da Câmara de Vereadores para acabar com o feriado de 15 de setembro, dia de Nossa Senhora da Piedade, Padroeira de Tubarão, causou revolta da comunidade católica apostólica romana. Pela tradição e religiosidade do povo da Cidade Azul, certamente que não será aprovado. Há inclusive uma consulta e votação on-line para saber a posição das pessoas. O idealizador da matéria, mesmo que não seja da religião católica, foi muito infeliz ao levantar uma questão de sentimento espiritual da maioria da população tubaronense. E viva Nossa Senhora da Piedade, padroeira da Catedral e da Cidade de Tubarão.  

Justificava coerente

Seria importante deixar claro que não é uma questão de catolicismo, longe disso. Mas devemos levar em conta que: O Estado é laico, porém o povo é religioso; A paróquia teve sua fundação em 1836 (em 2020 ela terá 184 anos). O município teve sua fundação/emancipação em 1870 (em 2020 ele terá 150 anos; ou seja, 34 anos a menos que a paróquia Nossa Senhora da Piedade). O que se deve olhar, muito além da fé do povo, é o autêntico conhecimento da história da cidade e adesão a ela. Lamentável é fazer as coisas só com a cabeça de hoje, sem raízes históricas. "Um povo sem memória é um povo sem história. E um povo sem história está fadado a cometer, no presente e no futuro, os mesmos erros do passado." (Emília Viotti da Costa). Por fim, se o desejo, mesmo que implícito seja apagar o catolicismo, que se mude o nome do nosso Estado (é o nome de uma santa católica), se mude o nome da maior cidade do país (São Paulo - também é um santo católico).