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Não larga o osso

Atualizado há 2 anos
Não larga o osso

Foto: Divulgação

Não bastassem os infindáveis problemas que os governos têm que administrar, aqui no Brasil eles adoram enrolação a frente do comando de empresas estatais. Que o diga o excelentíssimo senhor governador Carlos Moisés. Esta semana veio até Laguna para assumir oficialmente a administração do Porto Pesqueiro da cidade Juliana. Sequer dá conta em resolver as agruras da máquina, apropria-se de mais uma grande encrenca. Se somarmos as estatais de Grécia 42, Turquia 39, Colômbia 39, Eslovênia 37, Nova Zelândia 27, Holanda 29, Israel 28, Chile 25, Irlanda 25, Dinamarca 21, Itália 20, EUA 16, Reino Unido 16, Bélgica 12, Áustria 10, Japão 8, Austrália 8, Suíça 4. Chegamos 416 estatais, menos que a soma de 418 brasileiras. Para que se aventurar em atividade que deve ser estritamente gerida pela iniciativa privada. Não é bom para a instituição, muito pior para o estado.  

Por que não falou antes

Ex-presidente Michel Temer em entrevista no Roda Viva da TV Cultura revelou algo capcioso, pra não dizer, mentiroso. Como sempre, mais liso que jundiá ensaboado. Dá muitos tapas e recolhe a maligna mão. À época ficou calado porque temia ser envolvido. Não fosse a frouxidão da justiça estaria há tempo fazendo companhia a Lula. Quando do impeachment de Dilma Rousseff, o então vice alegou que intimamente era contrário ao processo da oposição que a levou a cassação. Talvez se borrava de medo de ser envolvido em série levando-o a perder o posto conquistado nas eleições de 2014. Enrolado num monte de processos e inquéritos na Lava Jato, Temer segue meio desconfiado e em alerta com o que irá ocorrer. Uma coisa é certa, antes, durante e depois o emedebista possui uma ficha nada limpa quando o assunto é justiça federal. Mais cedo ou mais tarde terá que pagar pelos rolos cometidos ao longo de sua vida pública.  

Cadê a placa

Tubarão, a exemplo de algumas cidades brasileiras, também tem seus militantes mais ferrenhos que insistem cultuar sua lenda viva, senhor presidiário Lula da Silva. Esta semana, curiosamente, foi instalado em plena Avenida Pedro Zapelini, um outdoor com foto e a palavra Lula-livre. Não deu outra, repercutiu rapidamente nas redes sociais e na imprensa local. A linha de discussão girou em torno de vergonha para Tubarão. Em menos de um dia de instalação, na calada da noite, a placa já estava avariada. Rasgaram literalmente a face do Lula, numa demonstração de desrespeito e posição antidemocrática, até porque estava em local privado. Os petistas estão cuspindo fogo.  

Surrupiando a grana do povo

Não é novidade para ninguém que desde o princípio os políticos sempre tiveram mordomias e muitos direitos assegurados por eles mesmos. Além de salários estratosféricos, verbas de gabinetes, seguranças, carros particulares, passagens aéreas e auxilio-moradia, agora inventaram também o auxílio-saúde para os nobres parlamentares e seus familiares. Sem contar uma infinidade de penduricalhos não contabilizados. O Brasil realmente é uma farra para classe política em detrimento de um povo miserável e usurpado, em todos os sentidos.  

Preparando a lista

E os partidos já estão se mobilizando visando as eleições municipais do ano que vem. Com o fim da coligação proporcional, o PT, que conta com apenas Paulo Henrique Lúcio no legislativo tubaronense, inicia os preparativos para montar uma lista de candidatos à Câmara Municipal. Paulão deve concorre à reeleição, assim como Matheus Madeira que é atual suplente busca uma nova chance de conquistar uma das cadeiras em 2020. Quanto a chapa majoritária, a sigla espera uma definição do ex-prefeito Olavio Falchetti. Por enquanto, o homem da pedreira está em cima do muro, ou melhor, sobre a pedra.  

Menos arrecadação

Parece que desta vez a indústria da multa vai acabar. Por determinação do presidente Jair Bolsonaro, a partir do último dia 5 de setembro às notificações que eram produzidas por meio de videomonitoramento não possuem mais efeito. De acordo com o Denatran, essa medida é válida para todo território nacional, em âmbito federal, estadual e municipal. É bom ressaltar que vale também para faróis acessos nas rodovias. Agora o que está valendo mesmo é a interação e respeito de todos os motoristas no trânsito, preservando a própria vida a de seu semelhante.  

O peso da idade

Com voz visivelmente lenta e meio abatido fisicamente, suplente de vereador Vanor Rosa que assumiu recentemente a cadeira de Douglas Antunes, no legislativo tubaronense, para quem o viu nas intensas lides políticas, nota-se muito a diferença. Neno da Farmácia diz tudo, conhecedor do ramo como ninguém, era um entusiasta e batalhador em defesa dos menos favorecidos na questão da saúde pública. Embora com ritmo diminuído, o político de coração humilde, segue sua incessante luta para amenizar a dor e ajudar a quem precisa.  

Imposto ninguém gosta de pagar

O jovem município de Pescaria Brava que até então não havia cobrança do IPTU, inicia a partir deste ano a tributação para os cerca de 7 mil habitantes. Em primeiro mandato do ex-prefeito Antônio Honorato, por razões não explicadas, o recolhimento do imposto não foi implantado conforme prever o código de postura do município e por determinação do Ministério Público. E a bomba caiu no colo do atual gestor Deyvison de Souza, que já está enfrentando resistência dos futuros contribuintes. Como tudo que é novo se torna confuso, as variações com valores dos carnês alternados tem ocasionado revolta da população. Em que pese a narrativa do prefeito, a maioria desaprova o modelo do novo imposto da cidade. Tá complicado.  

Armados até os dentes

Após ser aprovada no Congresso Nacional, presidente Bolsonaro sanciona lei para que produtores e agricultores possam andar armados em suas propriedades. Embora tenha gerado muitas discussões de políticos, autoridades entre outros interessados ou não, parece que o tema por ser muito polêmico não irá cessar tão cedo. Permitir a posse de arma além da sede do domicílio rural é um pleito antigo da bancada ruralista que enxerga na medida mais maneiras de se defender da violência no campo, como o roubo de rebanhos, ou das invasões. Mas não é exatamente isso que todos entendem. De repente a área rural também terá seu arsenal.  

A política é uma cachaça

E que aguardente viciosa e gostosa! Se Bolsonaro tem três filhos na vida pública, Santa Catarina não é diferente. Aqui, a família Amim sempre esteve e continua em alta. Esperidião já foi governador, deputado em Brasília e está de senador. A esposa Angela, passou pela prefeitura da capital e atualmente é deputada federal. O filho João, seguindo a tradição, está no parlamento catarinense. Bolsonaro além de ser eleito presidente da República, encaminhou os herdeiros para mandatos políticos. Eduardo eleito para Câmara dos Deputados, Flávio para o Senado e Carlos como vereador no Rio de Janeiro. Famílias unidas, jamais serão vencidas.  

Na mídia do Brasil

Quem disse que só tem coisas ruins na vizinha Venezuela? Driblando preconceitos dos jornalistas latino-americanos, a digníssima Folha de São Paulo enviou com exclusividade para aquele país uma equipe de repórteres para uma sensacional entrevista com o ditador Nicolás Maduro. Como muitos leitos já têm conhecimento, não causa nenhuma surpresa, pois a linha editorial do citado jornal é de extrema esquerda. Após entrevistar o ex-presidente Lula na prisão de Curitiba, a mesma jornalista, Mônica Bergamo, foi quem ouviu o Chavista Maduro. Não fosse trágico, seria hilariante o que relatou o terrível comunista da Venezuela. No conchavo com a repórter, acabou atacando o honrado presidente Bolsonaro e, para gargalhar muito, disse que seu país vive uma grande democracia. Não existe pobreza nem há pedintes nas ruas. Lógico, boa parte se evadiu do inferno venezuelano migrando para o Brasil e outros países do continente.