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Respeito ou por medo

Atualizado há 2 anos
Respeito ou por medo

Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

Senado federal aprovou esta semana a aposentadoria militar com salário integral e sem idade mínima. Muito diferente do que ocorreu com os trabalhadores da iniciativa privada, militares, bombeiros e policiais militares, na chamada nova reforma previdenciária, tiveram seus direitos preservados. Obviamente, o povo brasileiro tem a maior cortesia pela honrosa classe da segurança pública nacional, no entanto, torna-se imoral quando há diferenciação na contribuição e remuneração para aposentadoria de ambas as categorias. Pressionados pelos homens de farda, embora estarem à paisana no recinto e sem os potentes fuzis AR 16, o senadores, diferentemente do que fizeram com os demais trabalhadores, com a barba de molho, não titubearam e aprovaram integralmente o projeto. Então, a aprovação foi com critério, respeito, ou por acovardamento perante os agentes de coturno.  

Preservação a natureza

  Prefeito de Braço do Norte Beto Kuerten, assim como outros representantes a Amurel, estiveram na última quarta-feira no TRF-4 em Porto Alegre. O assunto principal foi a possível instalação da fosfateira em Anitápolis. Sem definição a respeito da implantação do empreendimento naquele município, políticos e lideranças regionais estão acompanhando todos os detalhes em âmbito judicial, com único objetivo de pressionar as autoridades e impedir que a citada indústria seja instalada em Anitápolis. Projeto este que causaria imensuráveis danos ao nosso já castigado meio ambiente. Há quem diga que o fato já está consumado, e que não existe mais recurso judicial para voltar atrás.  

Os fundos da desonra

É estupidamente ridículo que os ditos representantes do povo continuem a insistir em aumentar as astronômicas verbas partidárias e eleitorais. Não bastassem os exíguos orçamentos da saúde, na educação e habitação, querem a todo custo ampliar dos cerca de 2 bi para 3,8 bilhões para financiarem campanhas eleitorais e manter a mordomia das mais de 35 mequetrefes agremiações partidárias. Em um país com déficit altíssimo na área social, é o mais pecaminoso grau de indiferença e desprezo as dificuldades da população brasileira. Não é possível aguentar mais essa criminosa injustiça da intocável casta política.  

Retornando para câmara

Secretário de saúde de Treze de Maio, Gedson Gislon, após alguns anos à frente da pasta, retorna ao legislativo trezemaense. Com o dever da missão cumprida e tendo aprovação de 97% Gedinho sai com a cabeça erguida agradecendo a confiança do prefeito Keke e vice Nego, assim como todo grupo de servidores que esteve atuando uníssonamente para que a população tivesse o melhor atendimento na área da saúde. Como não é novidade para ninguém, agora, o edil Gedinho é pré-candidato à prefeitura nas eleições do ano que vem. Potencial para vencer com absoluta tranquilidade. No jargão do futebol, time que está vencendo não se mexe.  

Festa da rebeldia

Segue repercutindo em todo país a morte de 9 pessoas no pancadão-baile funk em Paraisópolis, bairro favelizado do interior de São Paulo. Sem ter a intenção de aumentar e nem diminuir, o que houve e continua ocorrendo nessas festinhas estrambóticas da juventude moderna é uma enorme miscelânea de diversão, bebedeira e muitas drogas. Com infiltração de facção criminosa armada até os dentes. A guerra na Síria é fichinha em relação ao que aconteceu no "funk" de Paraisópolis. Aí a imprensa marrom distorce tudo e acaba punindo e condenando a polícia. Sem contar a histeria da ala esquerdista. Nada justifica tirar a vida de alguém, mas em ambiente assim desvia-se para o pior, com menos harmonia que seria o razoável, para terminar com extrema violência.  

Confusão no escuro

Ainda sem análise conclusiva por parte da justiça, prefeito de Gravatal, Edvaldo Bez de Oliveira continua afastado de suas funções. Nesse imbróglio todo quem sai perdendo, como sempre, é a coletividade, com arrefecimento nas principais ações da municipalidade. Por conta da insensatez política, tanto do legislativo quanto do executivo, mais da Câmara, evidentemente, quem paga o pato é a população. Que situação deprimente! Gravatal não merecia passar por essa situação constrangedora.  

Cergral recebe reconhecimento da Alesc

A Cooperativa de Eletricidade de Gravatal (Cergral) recebeu na segunda-feira (2) o prêmio de Certificação de Responsabilidade Social – Destaque SC, concedido pela Assembleia Legislativa de Santa Catarina. O certificado foi recebido pelo gerente José Comeli, que ficou emocionado em receber esse prêmio. Promovido pelo Parlamento catarinense e entidades parceiras desde 2011, a premiação tem por objetivo prestar reconhecimento às instituições que tenham ações sociais e para preservação do meio ambiente incluídas em suas políticas de gestão. O certificado é concedido após uma Comissão Mista de Certificação de Responsabilidade Social da Assembleia, analisar os balanços das empresas participantes.  

Sua hora vai chegar

Foi assim que um grupo de passageiros em voo de São Paulo a Porto Alegre entonava contra Dilma Rousseff. A ex-presidente que nunca teve sangue de barata, imediatamente retrucou e de forma irônica respondeu, "Ótimo é o Bolsonaro, né? Reafirmando que os que a atacavam "defendem milícias". Nos mais de 10 mil pés de altura, os passageiros continuavam as ofensas, chamando-a de "bandida" e dizendo que a petista havia quebrado o país. E a ironia da companheira não cessou, "Ah é, fui eu? Tá ótimo, então". Não foi a primeira vez, nem será a última que políticos e juristas terão que se livrar do apupo dos trabalhadores. Recentemente ocorreu com deputado federal José Guimarães (PT), com ex-senador Lindberg Farias (PT) e os ministros do STF Gilmar Mendes e Ricardo Lewandowiski. E tantos outros figurões do meio político, jurídico, artístico e cultural que são constantemente hostilizados pelos cidadãos. Eles até podem não estar na prisão, mas estarão sempre presos nas afinadas cordas vocais do povo brasileiro.