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Tamanho não é documento

Atualizado há 2 anos
Tamanho não é documento
Quem iria pensar que um bichinho minúsculo e invisível teria tal poder de lutar, brigar e vencer gigantes. Sim, a onda do Coronavírus que começou na China e como um furacão se espalhou no mundo inteiro, fez e continua fazendo estragos em tudo quanto é lugar. Em pleno século 21, para desespero da população do planeta, por mais que esteja desenvolvida a comunidade científica, sabendo da correlação com as gripes comuns, não foi projetada tampouco existe perspectivas de uma vacina para estancar a voracidade desse bicho assustador. Embora com maior devastação no rigoroso inverno do hemisfério norte, a velocidade do vírus é tamanha que já chegou fazendo suas vítimas pondo milhões de pessoas no outro lado do mundo na quarentena. Sim, quem não conhece a valentia desse insignificante hospedeiro até esboça pequena reação, mas acaba sendo dominado impiedosamente pelo execrável morteiro. Por enquanto, o melhor remédio é se resguardar as sete chaves.  

Todo cuidado é pouco

É mais grave do que pode-se imaginar o novo coronavírus da China em velocidade de um supersônico atingiu o mundo inteiro. Sem antídoto apropriado nem mesmo o que fazer, autoridades de saúde orientam o básico, principalmente a camada da população de extremo risco de contrair da doença. Os idosos indicados como os mais vulneráveis, seguem confinados em casa e com muito medo de serem a próxima vítima da Covid-19. No Brasil e em outros países com maior número de infectados, cidades e metrópoles estão desertas como nunca visto, dando a impressão da passagem de um tsunami. Até quando não se sabe, no entanto, o recolhimento das pessoas é o atual remédio contra essa terrível doença que se alastrou rapidamente no planeta.  

Atirando grana pela janela

A dupla João Dória e Bruno Covas, inexperiente ou talvez com objetivo de promoção pessoal e política, destinou nada menos que 10 milhões para exibição de moradores nas janelas de prédios da capital paulista. Há quem não acredita nesse devaneio do governador e do prefeito justamente neste período de recessão econômica. O famoso panelaço se tornou recorrente desde a campanha do presidente Bolsonaro e do ex-presidiário Lula da Silva. Dória e outros novatos seria uma espécie de amigos ingratos, ganharam status e trariam de fato.  

Quase uma cidade fantasma

É desse jeito que está Tubarão. Município com 105 mil habitantes e pólo da região da Amurel, de repente de uma hora para outra, fica literalmente vazia. Com o decreto do governador Carlos Moisés em suspender todas as atividades no estado, por motivo do novo coronavírus, prefeito Joares Ponticelli acatou a ordem estadual e ampliou para mais tempo a inatividade no paço municipal, exceção as ações básicas. Desde quarta-feira, 18 de março, com pouco movimento no centro e nos principais bairros, a aparência da cidade é de um feriado prolongado. Na Câmara de vereadores, segundo o presidente Jairo Cascaes, embora seja um órgão independente, seguirá a mesma linda da prefeitura de Tubarão.  

Calmaria na política

Exatamente, tudo paradinho como água de poço. A Cobid-19 foi como uma injeção de apatia aos pretensos concorrentes a uma cadeira no legislativo e o assento principal do executivo municipal. Com pouco mais de 7 meses para a eleição, diferentemente de épocas anteriores, o pleito de outubro parece não ter a mesma empolgação. Joares e Caio, como é de conhecimento dos eleitores, concorrem à reeleição. Na Câmara, dos atuais 17 edis, a maioria vai novamente para o embate. Sem contar a extensa lista de experientes e novatos que estarão brigando voto a voto por uma vaga na casa do povo. Tudo indica que, passando essa tempestade chinesa, o bicho vai pegar pra valer.  

Depende quem fala

Nos Estados Unidos, presidente Donald Trump, a cada entrevista ou aparição nos meios de comunicação, comenta em alto som da Covid-19 que é um vírus Chinês. Por incrível que pareça, mesmo estando em processo eleitoral, onde disputará a reeleição, o Republicando não está nem aí com seus opositores, os Democratas. Já no Brasil, deputado federal Eduardo Bolsonaro, comentou na rede social que a China é a culpada pela pandemia do coronavírus. Foi a gota d’água para causar repercussão negativa da embaixada chinesa e também da extrema imprensa brasileira. O mais ridículo e ciclópico foi a ousadia de Maia e Anastasia em pedir desculpa ao embaixador da China. Coisa de pobre cultura emergente.