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Agora complicou de vez

Atualizado há 2 anos
Agora complicou de vez

Foto: Adriano Machado/REUTERS

Primeiro foi a exoneração do ministro da saúde, Luiz Henrique Mandetta, na sequência, o diretor da Polícia Federal Maurício Valeixo, e no mesmo pacote a renúncia do ministro Sérgio Moro. Por tudo isso e mais um pouco, Jair Bolsonaro terá de contar com muita sorte para não perder a austeridade e se manter de pé. Não bastassem o tiroteio da oposição, de boa parte da imprensa, da pandemia do coronavírus, da situação econômica, agora dos que estão deixando o governo. O presidente enfrentará talvez o pior desafio de sua gestão, contar com a harmonia dos poderes constituídos como congresso nacional e do judiciário para chegar até 2022. Porque já existe um forte movimento para o seu impeachment. Reeleição no atual momento nem pensar. O que o Brasil precisa mesmo é de Ordem e Progresso.  

Nem tudo está perdido

É de fantástica relevância as discussões nas mídias sociais. Só assim, de maneira democrática, nós brasileiros, vamos quem sabe ajustando a enorme "máquina" do poder executivo, legislativo e judiciário que transita em velocidade acima do permitido, digamos, prestes a sair dos trilhos. Como todos sabemos, o Brasil é um país diferenciado do resto do mundo. Aqui somos um povo privilegiado, mormente porque estamos distante das perigosas placas tectônicas. Terremoto e tsunami seriam o último ponto do planeta a acontecer. Exceto as ocorrências da mãe natureza, pode-se afirmar com todas as letras outros fenômenos que são sentidamente e visivelmente conhecidos por todos nós. E nem precisa relatar quais são os bichos papões e ferozes que estão a solta e nos privando de nosso sagrado direito. De trabalhar, se divertir, de ir e vir, de respeitar e de viver sem medo de ser feliz. Mas não, exatamente porque ainda estamos engatinhando nos milhares de quilômetros geograficamente positivos, pasmem, continuemos infantilmente dominados por seres impávidos no pior sentido da palavra: faça o que eu mando, mas não faz o que eu faço. Por conta dessa arrogância e malandragem corporativa, seguimos como subtraídos súditos de um reinado chamado poder político/partidária, comungado com esquisito judiciário. É meu camarada, o Brasil segue ainda a indecência da colônia portuguesa, com exploração de riquezas por seus obedientes escravos. Até quando não se sabe. Porém, agora há uma gigantesca corrente de cidadãos não doutrinados levantando a Bandeira Verde e Amarela, com o grito de respeito e esperança de uma vida melhor para todos. Ou seja, indiferentemente de ideologia, crença ou simpatia partidária, o povo acordou de vez e o bicho vai pegar. É questão de tempo.  

Parceria para o bem

A união raiz faz a diferença em qualquer situação, principalmente no período de emergência. Treze de Maio é bom o exemplo para para o país. "Gostaria de agradecer imensamente a Coorsel em nome do presidente Ivanir Vitorassi, pela doação de um respirador e ventilador pulmonar para o nosso Hospital São Sebastião. Este equipamento vem para somar aos equipamentos de suporte a vida da entidade, principalmente neste momento de pandemia ele será muito importante. Esperamos que nossa população, não precise utilizar este respirador nem os outros para ventilação mecânica, mas a prevenção é a melhor solução neste momento delicado. Deus no comando com força e fé".  

Até parece que é verdade

O ministro do STF Gilmar Mendes, que trabalha no Brasil e mora em Portugal, em sua conta no Twitter, escreveu a seguinte mensagem: "As cenas de caixões sendo enterrados em valas comuns em Manaus exige forte resposta por parte do poder público, inclusive da União. A situação calamitosa do Sistema de Saúde local demonstra falhas na política de isolamento e a necessidade de melhorias urgentes no SUS. #COVID19". Interessante a preocupação de sua excelência. O Brasil só está nesta situação porque a maior parte dos recursos vai exatamente para pagar a fortuna dos servidores públicos. A migalha que sobra é investida nas prioridades do povo, lamentavelmente. Viu, seu brasileiro de araque.  

Liberdade para traficantes

Em tempo de pandemia, a principal orientação das autoridades da saúde é o isolamento social, ou seja, ficar confinado em casa. Nem todos cumprem a citada regra. Por conta do novo coronavírus, acredite, até perigosos traficantes e bandidos foram beneficiados e ganharam liberdade ao serem apadrinhados pelo presidente do Supremo Tribunal Fedeal Dias Toffoli. Aliás, todos, não importa a hierarquia que esteja representando, merecem ser responsabilizados com todo rigor da lei, por gerar a soltura de elementos criminosos em detrimento da sociedade trabalhadora e apreensiva.