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Do estrelato ao destempero do desacato

Atualizado há 2 anos
Do estrelato ao destempero do desacato
Parecia uma sólida carreira que nada jamais o incomodaria. Assim era o histórico do até então incorrigível jurista e ministro Sérgio Moro. Bastou um não para tudo desabar. Foi como uma enorme avalanche descendo o morro com Moro. Na análise nacional, entre Bolsonaro e Moro, o ex-ministro saiu em desvantagem perante a opinião pública. Os fatores são os mais diversos, sendo que dois decidem em desfavor de Moro. Os mais de 57 milhões de brasileiros eleitores continuam fielmente apoiando o presidente, e na outra ponta o grupo fechado da extrema esquerda que simplesmente ojeriza o criador da Lava Jato. Como não há bem que sempre dure nem mal que nunca se acabe, aconteceu com Bolsonaro e Moro. Ao que tudo indica, a animosidade de ambos deve seguir no campo da aspereza verbal, injetando ainda mais o instinto maligno da infiel imprensa do Brasil. Em época de pandemia, tão comovente como a doença e morte pela covid-19 é a desordem e o crepúsculo de um país que tinha tudo pra dar certo.  

O movimento na América que fracassou

O governo do PT, em 16 anos, é considerado como o maior conluio de corrupção de toda história do planeta. Como jornalista militando há alguns anos na imprensa, aprendi muito de história, de sociologia e da geopolítica no Brasil e no mundo. Respeitando as opiniões contrárias, continuo entendendo sem ser o dono da verdade, que o comunismo-socialismo não deu certo em nenhum lugar do mundo. Os exemplos estão estampados para todos. "União Soviética, Alemanha reunificada, com a queda do muro de Berlim" e tantos outros paizinhos do antigo sistema Marxista, que insistem em manter o modelo obsoleto e ditatorial em detrimento de um povo extremamente miserável e morrendo com falta de tudo. Lembram do Foro de São Paulo, idealizado pelas figuras Fidel Castro, Lula e Chaves, movimento ultraesquerdista com objetivo de implantar e reforçar o comunismo na América. Lógico, exceto Estados Unidos e Canadá, países de primeiro mundo. Ter opinião e fazer oposição é direito fundamental de todos. Agora, insistir com sistema arcaico e estapafúrdio, convenhamos, é como seguir rastejando na pior doutrinação ideológica. Finalizando: sou apartidário e jamais cúmplice de corruptos.  

Novidades na majoritária

Embora ainda um pouco tímida, a corrida para conquista a vaga de prefeito em Capivari de Baixo, vai incorporando um quadro com nomes meio desconhecidos dos capivarienses. Fernando da divisória, Dr. Cleberson, o atual vice-prefeito Aurimar entre outros. No entanto, o que vem despertando a atenção dos eleitores diz respeito ao anúncio do radialista e apresentador do Conversa de Botequim, Antônio Rodrigues. Filiado ao PDT desde o início do ano, o profissional da Unisul TV, alega que, dependendo do apoiamento partidário, vai entrar de corpo e alma na disputa a majoritária. Uma coisa é inegável, o próximo gestor público municipal terá desafio muitíssimo complicado, face a retração da receita fiscal dos últimos anos. Notadamente, com promessa ou não, a cobrança popular será incessante do futuro prefeito.  

Governador em apuros?

A vida realmente não anda fácil para os lados da Casa da Agronômica. Primeiro, veio a decisão mais que acertada como um dos primeiros Estados do país a decretar medidas de distanciamento social. Após, o Governador Carlos Moisés teve que administrar a insatisfação de boa parte do empresariado catarinense pela abertura gradual que vem acontecendo em nosso Estado. Diante da gravidade do caso, apenas esta decisão, diga-se, certamente a mais difícil que um governador estadual já teve que tomar, já bastaria para arranjar “boas” dores de cabeça ao chefe estadual. Contudo, não é o que vem acontecendo. Como desgraça pouca é bobagem, Moisés está tendo que enfrentar fortes problemas administrativos, não apenas em sua equipe, leia-se, o Secretário Douglas Borba e o pedido de exoneração do também secretário estadual Helton Zeferino, mas com falhas graves nas tomadas de decisão, desde o orçamento astronômico da construção de um hospital de campanha em Itajaí, até a recente compra de respiradores que não chegaram ainda. É senhor Governador, se ficar o bicho pega, se correr o bicho come!  

Poderes DEpendentes e DEsarmônicos entre si

A composição dos poderes previstos constitucionalmente e adotados em nosso País é compreendida como tripartite, ou seja, temos os poderes Executivo, o Legislativo e o Judiciário que, ao menos em tese, deveriam ser independentes e harmônicos entre si. Explica-se, os três poderem deveriam agir de forma coesa, respeitando-se, mas jamais interferir um no outro, uma espécie de “cada um no seu quadrado”. Mas no Brasil, infelizmente, isso jamais ocorreu ou talvez ocorrerá. Nosso poder executivo, vira e mexe, tem que negociar cargos ou verbas de gabinete com os membros do poder legislativo para que se alcance um mínimo de governabilidade e que possa tomar suas próprias decisões. O legislativo, por sua vez, “vende-se” ao executivo e fica refém do pseudo controle constitucional do poder judiciário. Este último, controlado pelo Supremo Tribunal Federal, é justamente onde mais causa preocupação em especialistas da área, já que, além de decisões políticas, nosso STF não vem apenas mantendo controle constitucional, pois, na verdade, está tomando para si o papel de outro poder no momento em que decide legislar. Lembra-se, quem dita as leis e quem decide os rumos da sociedade é o povo, através de seus representantes eleitos ao congresso federal. Aos juristas, cabe apenas a interpretação das normas, nada mais ou nada menos. Os ministros do STF já não conseguem mais enxergar desta forma, ou melhor, conseguem, mas apenas quando lhes convém.  

A dependência está aqui

Recentemente, o Senhor Alexandre de Moraes, em decisão monocrática, concedeu liminar impedindo que uma indicação do Presidente da República a chefia da Polícia Federal fosse concretizada. Alega suspeita de possível interferência, sem apresentação de provas, apenas por declarações do ex Ministro da Justiça, Sérgio Moro. Ocorre que, o Delegado Federal Alexandre Ramagem, até que se prove contrário, é pessoa de conduta ilibada e atinge a todos os requisitos para assumir tal cargo. Por sua vez, Jair Bolsonaro é Presidente da República e encontra-se em pleno gozo de suas funções presidenciais. Então por que o “veto”? Pois, Ramagem é amigo da Família Bolsonaro. A lei não trata, em momento algum que, para assumir este cargo na Polícia Federal não deva ter relação com o chefe do poder Executivo. Ora, se formos avançar um pouco mais, adentrar em quadros análogos comparando como se criminosos fossem, ao menos no direito penal, teria o Presidente da República, ao indicar o Delegado Ramagem ao cargo de chefia daquele órgão vários princípios constitucionais ao seu lado, pois, como sabido em nosso ordenamento jurídico, ninguém será considerado culpado até sentença transitada em julgado, da presunção de inocência e in dubio pro reo, ou seja, não havendo certeza quanto ao fato concreto, decide-se a favor do réu. Mas não é isso que observamos nas decisões daquele colegiado. Raríssimas exceções, cito nominalmente o Senhor Ministro Luís Roberto Barroso, ainda conseguem imprimir suas sentenças a luz de nossa Constituição e observando os anseios da população. Mas, de um forma geral, tem o STF tomado decisões políticas, soltando criminosos, interferindo nos outros poderes, legislando, governando até, sem que possamos fazer algo, tendo em vista a sensação de estarem muito acima de tudo e de todos.  

Mensagem de otimismo

O empresário Luciano Menezes fez uma grata homenagem ao dia do trabalhador, que foi comemorado na última sexta-feira. Menezes enalteceu a diferença que houve neste primeiro de maio, momento em que vivenciamos os graves efeitos da pandemia da COVID-19. Disse ele, “Eu tenho certeza, que assim como eu, você também já passou por muitos momentos difíceis na vida. Mas são nestes momentos que mostramos o quanto somos fortes e seguimos em frente, acreditando e superando. É momento de ter calma, de resiliência, momento de unir esforços e acreditar que a força do trabalho nos levará a dias melhores. Acredite! Isso vai passar com toda certeza. Parabéns a você trabalhador”.