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📰 Cotidiano

Trabalho de corte de mamoneiras, trepadeiras e cipós avança nas margens do Rio Tubarão

Trabalho inicio em setembro do ano passado e prevê o plantio de espécies nativas.

Trabalho de corte de mamoneiras, trepadeiras e cipós avança nas margens do Rio Tubarão

Quem passa pela beira-rio, a pé, de bicicleta ou mesmo de carro, tem notado nas últimas semanas que o Rio Tubarão está mais visível.

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O ressurgimento da paisagem se deve ao corte das mamoneiras, trepadeiras e cipós, um trabalho da Fundação Municipal de Meio Ambiente de Tubarão (Funat).

A remoção das mamoneiras iniciou em setembro de 2020 e representa um investimento de mais de R$ 350 mil por parte da prefeitura. A ação acontece nas duas margens do Rio Tubarão entre as pontes Manoel Alves dos Santos (Morrotes) e Orlando Francalacci (ponte do quartel). O trabalho foi dividido em oito lotes. Além da remoção das três espécies, será feita a manutenção para que não voltem a crescer e retomar a antiga e indesejada situação. No local, será realizado o plantio de diversas espécies nativas como palmito, araticum, bacupari, ingá, guabiroba e cerejeira.

A retirada dos cipós e trepadeiras é um trabalho mais lento que a das mamoneiras, que mesmo de grande porte são de fácil acesso e manuseio de ferramentas para o corte. Cipós e trepadeiras, por outro lado, são cortados próximos do solo, mas permanecem sobre as árvores e só caem depois que começam a secar. Dessa maneira, o ressurgimento mais amplo do rio em alguns trechos é mais demorado. As mamoneiras também exigem um trabalho bastante cuidadoso. Como existem cerca de 100 mil delas só nessa área entre o Morrotes e Passagem, o controle através da manutenção para evitar que rebrotem precisa ser minucioso.