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A crise institucional que se instalou no Brasil após o dia 30 de outubro tem tudo a ver com as manobras ardilosas impostas gula-abaixo pela corte máxima do país.
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Entrar no grupoCom o tal benefício, o descondenado, além de limpar a ficha manchada da cabeça aos pés, virou uma liderança ainda mais condecorada para galgar posições e poder participar do pleito eleitoral deste complicado ano de 2022.
Foi um pequeno pingo d’água no oceano para uma enorme tempestade que estava por vir, tamanho a benevolência que viria a seguir por alguns setores da sociedade especificamente com a continência da magistratura de nossa corte imperial. Os fatos e atos foram se avolumando em uma só direção, cuja vertente ideológica alinhada a fisiológica, agradaria em cheio um lado e, rigorosamente, enquadraria contra a parede o outro ponto sem dó nem piedade.
Muito embora tivesse havido pequenas manifestações de parte considerável dos cidadãos, naquele período, sim, combinaria com tais ações estão ocorrendo nos mais diferentes rincões do país com aversão e insatisfação do povo brasileiro. Contudo, nunca é tarde demais para reverberar o que jamais podia ter acontecido. As provas cabais de três instâncias superiores contra o presidente Lula, foram mais que suficientes para manter, não só ele, mas todo grupo, que não é pequeno, encarcerado. E mais: confiscar os bilhões saqueados dos cofres públicos do maior rombo de toda história do Brasil, torna-se necessário.
Os bloqueios de rodovias federais e estaduais promovidos pelos caminhoneiros que ocorrem momentaneamente de forma pontual em praticamente todos estados brasileiros, seguido de manifestações populares, fazem parte de uma matemática mal resolvida, articulada e literalmente manipulada por quem deveria ter a égide e os princípios básicos em respeitar os artigos da carta magna do país.
A revolta de milhões de brasileiros nas praças, centros urbanos, ruas e até mesmo em frente aos quartéis do Exército, não é propriamente defendendo Jair Bolsonaro, tampouco a derrota dele, e sim, pelo retorno do “grupo especialista da corrupção” que em 14 anos no poder destruiu maleficamente a nação, pondo a economia do Brasil no fundo do poço.
Os caminhoneiros e os “chamados bolsonaristas” não estão de todo errado. A maior culpa dessa revolta popular pós-eleição, chama-se, togados da corte imperial do Brasil. Ou alguém tem dúvida disso!
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