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🚨 Segurança

Joares Ponticelli tem liberdade concedida, mas terá que usar tornozeleira eletrônica

Por 180 dias o político não poderá ter contato com qualquer envolvido na Operação Mensageiro, nem entrar nas dependências da prefeitura.

Atualizado há 17 horas
Joares Ponticelli tem liberdade concedida, mas terá que usar tornozeleira eletrônica
Preso durante a Operação Mensageiro, o prefeito afastado de Tubarão, Joares Ponticelli (PP), teve a prisão preventiva revogada nesta quinta-feira (29). A decisão unânime da 5ª Câmara Criminal permite a liberdade do político, que será monitorado por tornozeleira eletrônica e deverá permanecer na cidade. Joares não poderá adentrar as instalações da prefeitura, nem fazer contato com qualquer testemunha, réu ou colaborador premiado da ação relacionada à Mensageiro. A partir de agora ele fica, oficialmente, afastado do cargo de prefeito por 180 dias. Na audiência, o ex-Gerente de Gestão do município, Darlan Mendes da Silva, teve o mesmo benefício concedido - com as mesmas restrições. Contudo, ele permanecerá detido porque tem outro mandado de prisão em vigor. Por decisão dos magistrados, o vice-prefeito Caio Tokarski (PSD) seguirá recluso no Presídio Santa Bárbara, em Criciúma.
Ponticelli foi preso em 14 de fevereiro e logo se tornou réu no processo que apura esquema criminoso de fraude em licitação, corrupção ativa e passiva, organização criminosa e lavagem de dinheiro no setor de coleta e destinação de lixo. Segundo a juíza Cinthia Bitencourt Schaefer, responsável pelo caso, os gestores de Tubarão recebiam uma “mesada” de cerca de R$ 30 mil mensais do Grupo Serrana.
Errata: Na primeira versão desta reportagem, informamos que Ponticelli teve a prisão domiciliar concedida. O despacho, no entanto, põe o político em liberdade, porém com monitoramento eletrônico por 180 dias, com área de abrangência em Tubarão. O texto foi corrigido.