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Comissão barra inclusão de dois tipos de canetas emagrecedoras no SUS

Entre os pontos apontados, estão o alto custo das medicações. Valor estimado para atender à demanda é de R$ 4,1 bilhões em cinco anos.

Atualizado há 19 horas
Comissão barra inclusão de dois tipos de canetas emagrecedoras no SUS

A Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias (Conitec) deu parecer contrário à incorporação dos medicamentos à base de semaglutida e liraglutida no SUS.

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Entre os pontos apontados, estão o alto custo das medicações.

A Conitec é o órgão responsável por decidir, após análises técnicas e consulta pública, se um tratamento deve ou não ser incluído no sistema público de saúde do país.

O grupo técnico analisava os pedidos de uso da semaglutida, feito pela farmacêutica Novo Nordisk, para o tratamento de pacientes com obesidade grau II e III, acima de 45 anos e com doença cardiovascular, presente em canetas no Wegovy; e da liraglutida, para o tratamento de pacientes com obesidade e diabete tipo 2, que está em canetas como a Saxenda.

Ambos os medicamentos são aprovados no Brasil para esses tratamentos e têm custo estimado de R$ 1 mil por caneta aplicadora. De acordo com relatórios do Ministério da Saúde, o custo estimado para atender à demanda de pacientes no SUS seria de R$ 4,1 bilhões em cinco anos. Em casos que exigem tratamento contínuo, o valor poderia chegar a R$ 6 bilhões no mesmo período.