Procon de Tubarão recebe treinamento para identificar bebidas adulteradas
Os participantes receberam orientações para reconhecer sinais de falsificação em garrafas, tampas, rótulos e líquidos.

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Os participantes receberam orientações para reconhecer sinais de falsificação em garrafas, tampas, rótulos e líquidos.

Os fiscais do Procon de Tubarão participaram, na tarde desta sexta-feira (17), de um treinamento online promovido pela Associação Brasileira de Bebidas (Abrabe).
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Entrar no grupoO objetivo foi aprimorar a capacidade de identificar a comercialização de bebidas alcoólicas ilegais e falsificadas.
“O treinamento é muito válido, principalmente nesse contexto em que tem sido comum a adulteração de bebidas com metanol. Com esse alto risco de contaminação, a ação se torna ainda mais importante para identificar a bebida alcoólica falsificada”, destacou o gerente do Procon de Tubarão, Daniel Machado.
Durante o treinamento, os participantes receberam orientações detalhadas sobre como reconhecer sinais de falsificação em garrafas, tampas, rótulos e líquidos.
Um dos principais pontos de atenção é o selo fiscal, obrigatório em bebidas destiladas importadas. Produzido pela Casa da Moeda, o selo autêntico possui holografia progressiva que revela apenas uma letra por vez — R, F ou B. Se todas as letras forem visíveis simultaneamente, há grande possibilidade de falsificação.
Também foram abordados aspectos relacionados ao líquido: garrafas da mesma marca devem apresentar o mesmo nível de enchimento e líquidos translúcidos, sem impurezas. Diferenças de coloração entre unidades idênticas podem indicar adulteração.
Os rótulos e contrarrótulos também devem ser analisados com atenção. Produtos legítimos apresentam impressão de alta qualidade e contêm informações obrigatórias em português, como ingredientes, origem e número de registro no Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA). Erros de grafia são fortes indícios de falsificação.
Além dos aspectos técnicos, o treinamento destacou os riscos legais e sociais do mercado ilegal. Estabelecimentos que compram bebidas de canais informais ou deixam de exercer cautela na aquisição dos produtos podem ser responsabilizados criminalmente.
“O mercado ilegal não apenas coloca em risco a saúde pública, como também alimenta redes criminosas, fragiliza a concorrência leal e compromete a arrecadação tributária”, explica Daniel.
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