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🚨 Segurança

Defesa alega que prefeito de Pescaria Brava é inocente e que faltam provas

Delegado do Gaeco afirma que dois telefones de Deyvisonn apareciam nos registros de seis dos 14 celulares usados pelo mensageiro.

Atualizado há 23277 horas
Defesa alega que prefeito de Pescaria Brava é inocente e que faltam provas

Foto: Reprodução

A defesa do prefeito de Pescaria Brava, Deyvisonn de Souza (MDB) afirmou que faltam provas e que o réu da Operação Mensageiro é inocente. A alegação foi feita durante audiência de instrução realizada em Joinville nesta segunda-feira (5), com depoimento de delegados e policiais que trabalharam nas diligências referentes ao esquema de corrupção envolvendo a coleta de lixo em vários municípios do Estado. Segundo a investigação, Deyvisonn recebeu R$ 15 mil no fim de 2016, antes mesmo de assumir a prefeitura, para beneficiar a Serrana Engenharia, mantendo os contratos vigentes, realizando aditivos e fechando novos contratos para a gestão de resíduos sólidos no município. Depois, teria passado a receber R$ 3 mil por mês, pagos a cada cinco ou seis meses. O prefeito de Pescaria não foi flagrado recebendo propina. Porém, em sua casa foram encontrados R$ 10 mil, além do nome da prefeitura constar na planilha de pagamentos que a Serrana mantinha para registrar os valores pagos de forma ilícita. Conforme o delegado do Grupo de Atuação Especial de Repressão ao Crime Organizado (Gaeco) Welliton Marlon Bosse, dois telefones de Deyvisonn apareciam nos registros de seis dos 14 aparelhos celulares usados pelo mensageiro, apontado como pagador das propina.