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🏛️ Política

Defesa tenta transferência de Caio Tokarski para batalhão da Polícia Militar

Espaço, que pode receber advogados em prisão preventiva, teria sido negado à OAB.

Atualizado há 0 minutos
Defesa tenta transferência de Caio Tokarski para batalhão da Polícia Militar
Preso preventivamente durante a terceira fase da Operação Mensageiro, que apura supostos crimes de corrupção envolvendo desvio de verbas públicas na coleta de lixo, o vice-prefeito de Tubarão, Caio Tokarski (UB), tenta ser transferido para o 5º Batalhão de Polícia Militar, em Tubarão. Atualmente, o político está locado no presídio de Itajaí. As informações são do Sul Agora. Na última semana, segundo o portal, a subseção de Tubarão da Ordem dos Advogados do Brasil teria questionado o batalhão sobre a disponibilidade de espaço físico para abrigar Caio. A solicitação se baseia em um artigo do Estatuto da Advocacia, que garante aos advogados a garantia de não serem presos antes de sentença transitada em julgado, senão em “sala de Estado-Maior, com instalações e comodidades condignas, e, na sua falta, em prisão domiciliar”. Ainda segundo a publicação, a primeira resposta do 5º BPM teria sido positiva - esta não seria a primeira vez que o espaço abrigaria um advogado nessas condições. No entanto, dias depois, teria existido uma mudança de posicionamento, “após análise mais aprofundada e consulta aos escalões superiores”. Questionada sobre as informações publicadas pelo Sul Agora, a Assessoria de Comunicação do batalhão limitou-se em dizer que "a Polícia Militar cumpre as decisões judiciais que recebe, sendo que as condições das instalações para o recebimento de eventual preso, são avaliadas dentro do processo". Não foram esclarecidas quais decisões judiciais são estas, se o local já recebeu outros advogados em situação semelhante, se a transferência foi realmente solicitada e se a sinalização de aceitação foi revertida.