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Os últimos discursos sobre a coleta de lixo em Tubarão revelam muito mais sobre quem os faz do que sobre o real esforço necessário para organizar um serviço que, por anos, operou sob contratos repetidamente prorrogados e com pouca transparência. É curioso observar como alguns agentes públicos, que estiveram presentes enquanto esse mesmo modelo se desgastava diante da população, agora surgem como grandes fiscalizadores — como se nada tivessem visto, como se nada tivessem feito parte, como se não tivessem convivido com as mesmas empresas, contratos, aditivos e práticas que hoje apontam com o dedo em riste.
Um vereador progressista (mesmo partido de você sabe quem) tem repetido uma fala inflamada, cheia de frases de impacto, tentando colocar nas costas da atual gestão todos os problemas que se acumularam ao longo de anos. O leitor atento sabe: quem usa desse discurso, geralmente está tentando compensar o vazio de argumentos com o excesso de adjetivos.
A diferença, hoje, é objetiva. A atual administração assumiu o desafio de reorganizar um serviço que funcionava no piloto automático, com contratos prorrogados sucessivamente, sem modernização e sem qualquer avanço estrutural. Foi preciso romper com a inércia — e isso, para alguns, dói.
Enquanto o vereador faz discursos inflamados, o governo atual está colocando contentores novos nas ruas, substituindo equipamentos defasados, buscando contratos mais claros e enfrentando resistências que todos sabem existir. E mais: reconhece publicamente as falhas do processo, algo que não era exatamente rotina em gestões anteriores.
Há quem critique quem trabalha. Mas há também quem trabalhe enquanto outros apenas criticam.
A verdade é simples: reorganizar um sistema que permaneceu anos sob a mesma lógica não é tarefa de um discurso teatral no plenário. Exige coragem administrativa, enfrentamento de interesses e disposição para colocar a cidade acima das conveniências políticas.
É isso que está acontecendo agora.
Se alguém se incomoda, talvez seja porque a cidade, finalmente, está deixando para trás uma velha forma de operar — aquela que muitos assistiram de perto e até ficaram presos a ela, mas preferem fingir que não existiu.
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