Ponticelli foi preso em 14 de fevereiro e logo se tornou réu no processo que apura esquema criminoso de fraude em licitação, corrupção ativa e passiva, organização criminosa e lavagem de dinheiro no setor de coleta e destinação de lixo. Segundo a juíza Cinthia Bitencourt Schaefer, responsável pelo caso, os gestores de Tubarão recebiam uma “mesada” de cerca de R$ 30 mil mensais do Grupo Serrana.
Ainda no áudio, Ponticelli reafirma sua confiança na Justiça e afirma que colaborará plenamente com as investigações para que sua inocência seja comprovada. Ele ainda agradece o apoio que tem recebido e garante que seguirá trabalhando em prol do município, mesmo fora do cargo de prefeito.
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Fora da cadeia, Ponticelli faz primeira manifestação: "vou provar que continuo digno"
Prefeito afastado de Tubarão teve a liberdade concedida, mas precisa usar tornozeleira
Por EXTRA.SC
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