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🏛️ Política

Infectado pelo coronavírus, deputado Daniel Freitas reprova prorrogação de quarentena determinada por Moisés

Parlamentar enviou áudio ao chefe do executivo estadual defendendo adoção de isolamento vertical em Santa Catarina: "governo retrocedeu".

Atualizado há 51134 horas
Infectado pelo coronavírus, deputado Daniel Freitas reprova prorrogação de quarentena determinada por Moisés
Um dos brasileiros infectados pelo novo coronavírus, o deputado federal Daniel Freitas (PSL) enviou ao governador do estado Carlos Moisés da Silva (PSL) neste domingo (29), um áudio reprovando a prorrogação do decreto que determina o isolamento social em Santa Catarina. A assessoria de imprensa do parlamentar confirmou a autoria do áudio. O EXTRA.SC teve acesso ao material e destacou alguns trechos. O conteúdo, na íntegra, pode ser ouvido no player acima. "A minha opinião, governador, é que o isolamento vertical é a melhor saída para o momento. O estado tem a responsabilidade de cuidar de todo o cidadão catarinense. E cuidar também das duas crises na mesma intensidade: a da saúde e a da economia. Nós temos que, nesse momento, isolar o grupo de risco, o chamado grupo de risco. Os idosos, as pessoas com comodidades, as pessoas com saúde frágil". "Chegou o momento da nossa classe produtiva voltar a trabalhar. [...] Amanhã, o autônomo muito provavelmente não tem um pão pra colocar na mesa do seu filho. O micro, o pequeno, o médio e até o grande empresário amanhã vão tomar diversas ações, medidas duras em suas empresas, de demissões em massas [sic], que vão colocar o colaborador, que hoje tá na sua casa, a pedido do governo, pra ficar em casa e não trabalhar, amanhã ele não vai ter mais trabalho pra comprar remédio e muito menos comida". "[...] esse meu áudio [...] é no intuito de sensibilizar [...] um governo que já estava indo nessa direção, ia flexibilizar a quarentena e agora retrocedeu. Eu espero que o senhor reavalie a situação, porque senão a cura vai sair pior do que a própria doença, sob pena do COVID-19 em Santa Catarina matar mais CNPJ do que CPF".