Mãe de criança denuncia bullying em escola estadual
Caso teria acontecido na E. E. B. Hercílio Luz, no Centro.

Foto: Reprodução/Facebook
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Caso teria acontecido na E. E. B. Hercílio Luz, no Centro.

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A mãe de uma estudante, de 10 anos, denunciou episódios de bullying sofridos por sua filha, na Escola de Educação Básica Hercílio Luz, da rede estadual, no Centro. Em uma das acusações, um professor e outra aluna do colégio passaram tinta e cola no cabeço da criança. A mãe também afirma que a filha é alvo de críticas do professor, por conta de suas aparências. Ao jornal Diário do Sul, a direção do Hercílio Luz negou as acusações.
Pelas redes sociais, Simone Brasil, divulgou fotos da filha com o cabelo sujo de cola, juntamente com um texto em que relata a situação constrangedora, na tarde da última quinta-feira (22). “Minha filha é uma menina alegre, carismática, e agora não está querendo ir para a escola, com vergonha e com medo de que possam fazer alguma coisa novamente”, escreveu. A publicação já tem mais de 1 mil comentários e quase 2 mil compartilhamentos.
A mulher também registrou um boletim de ocorrência na Delegacia de Proteção à Criança, Mulher e Idoso de Tubarão. Simone conta que a filha teria feito uma brincadeira com o professor e dito que iria pintá-lo. O profissional e outra aluna, então, teriam colocado tinta na criança. Depois, o professor teria entregue um pote de cola para que a aluna passasse no cabelo da menina.
Simone disse ainda que este professor costuma dizer que a menina não pode dançar “porque não há roupa que caiba nela”.
Ao DS, a delegada Jucinês Dilcinéia Ferreira confirmou o registro do BO. Ela afirmou que irá chamar a mãe na delegacia para ouvi-la e entender melhor a situação.
Para a mesma publicação, o diretor do Hercílio Luz, Frederico Bresciani, explicou que o caso não envolveu um professor, mas um monitor do "Mais Educação", programa do governo que oferece atividades de arte e esporte aos alunos em um outro turno escolar. “O que houve foi uma ‘guerra de tinta’ que acabou saindo do controle. Faremos uma reunião com monitores, professores e responsáveis pelos alunos na segunda-feira para falar sobre o assunto”, afirmou o diretor. Ele também tentou defender o professor, acusado de praticar bullying com a estudante. “Ele é professor de dança e atua conosco há mais ou menos três anos. Nunca houve nenhum problema, e ele sempre fez um belo trabalho. É um profissional de confiança, e não acredito que ele falaria uma coisa dessas para uma aluna”.
Com informações do jornal Diário do Sul.extra.sc celebra 8 anos com novo portal e foco em agilidade na entrega da notícia

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