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Novo cenário político no estado

Atualizado há 23953 horas
Novo cenário político no estado

Foto: Divulgação

Caso venha a se confirmar a nova composição para disputa do Governo de Santa Catarina, com João Rodrigues governador, Clésio Salvaro vice e o empresário Luciano Hang para o senado, o cenário político que até então era dado como tranquilo para a possível reeleição de Carlos Moises, já não será mais. O Oeste com o Sul e a robustez do Vale do Itajaí, fecha uma força política no estado, aparentemente, imbatível. Uma corrente afinadíssima com o presidente Bolsonaro, sendo que, apesar de toda crise da pandemia e econômica, os eleitores catarinenses não como em 2018, ainda estão confiantes no presidente. E a pergunta: como ficaria Jorginho Mello nesse panorama. Bem, apoiador e amigo de Bolsonaro, o senador que tem mais quatro anos de mandato, estará no mesmo grupo trabalhando estreitamente para a reeleição do presidente e a vitória de Rodrigues e Salvaro. Embora outros candidatos aspirem a vaga, todavia, a disputa pelo governo ficará mesmo entre Carlos Moises e João Rodrigues. Alguém tem dúvida disso?  

Procurador da República condenado

O jurista Deltan Dallagnol que participou da extinta Lava Jato, acredite, foi condenado pelo STJ à pagar R$ 70 mil para Lula por exibir apresentação de Power Point colocando-o no centro de uma organização criminosa. O petista que foi condenado em três instâncias da justiça, por corrupção passiva, ativa e lavagem de dinheiro, numa guinada espetacular da bolha imperial, acaba de inverter o jogo. Foi como o poste mijar no cachorro, para os ministros da STJ, lógico. Até quando os brasileiros irão aguentar essa gozação de pseudo-juristas que alteram a lei conforme sua conveniência. É como o ladrão condenar o roubado. Não fosse escroto, seria hilariante. Coisa de Brasil.  

O preço da eleição

Para participar de um pleito eleitoral qualquer indivíduo pode entrar no jogo, precisa estar preparado, porém, antes, tem que possuir o passaporte com habilitação de condutor extremado para aventura. Assim age a grande maioria que quer estar mandando e comandando tudo. Muitos, de tão afoitos pelo poder, são capazes de até inverter fatos, dizendo para seus incautos apreciadores que de R$ mil fazem transformar em milhões. A afinação com eles próprios e o artifício de enganação contra a população é ponto primordial do estereotipado grupo que faz uma baita miscelânea para voltar ao poder. O preço de uma eleição é muito alto no contexto de pouco valor para quem ainda acredita na magia deste espetáculo mambembe.  

Para derrubar Bolsonaro o jogo é sujo e violento

Sem ter mais o que acusá-lo, eis que um amontoado de "jornazistas" começa a partir para o jogo sujo. Muito embora tenha havido uma conversa amistosa e de cunho pessoal em gabinete, com o ministro da Educação e alguns audaciosos que se dizem pastores, e que todos sabem de cor e salteado que eles são fanáticos por ouro, sim, muita grana nos cofrinhos de seus espetacularizados púlpitos. Contudo, em um local completamente descontraído de diálogos envolvendo o ministro Milton Ribeiro do MEC, com dois pastores amigos de Bolsonaro, foram gravados e, na extremada conquista do quanto pior melhor, retaliaram áudio apenas de uma fala não concreta do ministro alegando priorizar prefeituras e posteriormente atender tais interlocutores sob pedido de Bolsonaro. Digamos que na suposição do bate-papo deles fosse confirmado o que alega a imprensa militante, obviamente, seria um escancarado escândalo, mormente para quem imagina nada haver de corrupção no atual governo. No entanto, como se trata de um vazamento de áudio (ajustado) e que foi parar nas mãos de fictícios repórteres ligados a órgãos de mídia altamente contrária ao presidente, tudo leva a crer que é mais uma instigação insolente para tentar desmoralizar e rebaixar o prestígio de Bolsonaro, nesta época de eleição. Ressalta que sequer nada foi confirmado nem mesmo até agora investigado, iniciando agora um trabalho da PGR a pedido de dezenas de partidos esquerdistas. Mas não, os ousados desmamados, contra o governo federal querem é ver o circo pegar fogo e Bolsonaro impeachmado de qualquer jeito. Atuo na imprensa há muitos anos e lamento, categoricamente, atitudes baixíssimas e desonestas de profissionais plantonistas, só porque não gostam do chefe da República.