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O clima nas alturas

Atualizado há 23956 horas
O clima nas alturas

Foto: Reprodução

Para quem pensa que essa onda de calor tem algo a ver com o aquecimento global, por conta do desequilíbrio da natureza, está literalmente equivocado. Muito embora haja alerta dos cientistas mundo afora, precisamos estar atentos em outros estudiosos e profissionais do clima. Dentre os mais renomados meteorologistas brasileiros, tenho por base analisar conceitos e artigos de diferentes climatologistas, lógico, para poder entender melhor essas alterações repentinas que ocorrem no sistema climatológico do Brasil. Ricardo Felício, professor da USP, usa seu conhecimento na universidade, nos livros e na imprensa nacional, para relatar verdades que, talvez escondidas ou falta de sapiência de muitos, tudo que acontece hoje no planeta, afirma que já houve em outras épocas. Como exemplo deste calorão, aqui estão alguns fatos do passado registrados no estado. Orleans 44,6ºC em 6 de janeiro de 1963. Urussanga 42,2ºC em 3 de janeiro de 1949. Joinville 42ºC em 30 de março de 2002. Caibi 40,9°C em 5 de fevereiro de 2010 e em 17 de janeiro de 2022. Blumenau 40,8ºC em 4 de fevereiro de 2010. Caibi 40,6°C em 10 de outubro de 2020. Itapiranga em 4 de março de 2012 e 17 de Janeiro de 2022, Indaial em 4 de fevereiro de 2010. Araranguá 40,5ºC em 15 de dezembro de 1968 e Caibi 17 de janeiro de 2022. Caibi 40,4°C em 1° de outubro de 2020. Florestas, mares, lagos e rios, no contexto da preservação do meio ambiente, tudo faz sentido. No entanto, as mudanças do clima ocorrem de maneira sazonal e naturalmente, com evolução e recomposição compatível da nossa intocável Mãe-Natureza.  

Esperando o quê!

Governador Carlos Moises, ativo pela segunda vez com o vírus da covid, mas com sintomas leves, desde o início, segue na quarentena por determinação médica. Mesmo em isolamento, o chefe de estado não para de manter contato com políticos de várias agremiações, razão pela qual, com objetivo de aparar arestas antagônicas para poder definir de uma vez por todas sua filiação partidária, a fim de preparar o campo, cair na estrada e angariar apoio a sua reeleição ao Palácio D'agronômica. Com tantas ofertas, Carlos Moises poderá assinar ficha no Avante, partido sem tanta expressão, porém, menos adverso aos grandões como MDB e PP, ambos com sinalização positiva ao governador. Por isso, esperar um pouco tem tudo a ver com a melhor sincronização de todos.  

Parecia cena de filme

Apesar de muita repercussão em Santa Catarina e no Brasil, a detenção do ex-prefeito de Criciúma Márcio Búrigo, por dirigir seu veículo sob efeito de álcool, não serviu para nada. Só causou mesmo foi expectativa nas pessoas que acompanharam nas redes sociais, a espetacular perseguição policial por terra e pelo ar, a cassada do fujão que acabou nas garras da justiça. O político criciumense, após "beber uns tragos" saiu guiando seu carrão como se tudo fosse normal. Caso vivo estivesse, seu primo legendário (bruxo) Lauro Búrigo, diria a ele, Márcio é um galo cego. Contudo, diante das cenas, parecendo um espetáculo cinematográfico, foi preso, algemado e levado para a delegacia, horas mais tarde, tudo terminou como dantes no quartel de Abrantes. Termozinho circunstanciado assinado, liberado e responderá a um fajuto processo que acabará em pizza. É ou não é o Brasil varonil.  

Prefeito e vice, a cidade do futuro

Em apenas um mandato, Joares e Caio fizeram grandes obras em Tubarão nunca antes na história do município realizadas. E o projeto dos gestores, com perspectivas de avançar ainda mais neste segundo tempo, segue em ritmo acelerado em diversos setores da municipalidade. Saúde, educação, infraestrutura e social, apesar da pandemia que não dá trégua, o gerenciamento de mobilidade urbano e rural, faz parte do empenho e visão moderna administrativa de Tubarão. Ponticelli e Tokarski, desfrutam da condição física jovem e de espírito fortalecido para pôr nossa bela e querida Cidade Azul no melhor cenário estadual e, porque não, nacional. O que mais importa é que o projeto da dupla não para aqui nem em 2024. Caio Tokarski trabalha em busca de uma cadeira na Câmara Federal neste ano. Por sua vez, Joares Ponticelli tem seu nome comentado para uma possível composição a o governo do estado nas eleições de outubro. Um ou outro, com certeza, estará na mente do eleitorado e no clic da urna eletrônica sul catarinense.