Paciente reclama de mau atendimento na emergência do HNSC: "grosseria"
Médico plantonista teria agido com rispidez durante uma consulta na madrugada.

Foto: Divulgação
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Médico plantonista teria agido com rispidez durante uma consulta na madrugada.

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O relato de uma tubaronense que precisou do Hospital Nossa Senhora da Conceição para um atendimento de emergência chocou as redes sociais na última semana.
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Entrar no grupoA mulher relata que no início da noite de sábado (16), sentiu fortes dores, fisgadas na cabeça e tontura. No dia seguinte, teve os mesmos sintomas. Por volta da meia-noite, a situação se agravou e, então, decidiu procurar o hospital. Diz que foi bem atendida pelas profissionais da recepção e triagem, mas, quando chegou ao médico plantonista, começaram os sustos.
"Num primeiro momento, achei o médico seco, mas achei que era no início da consulta e que fosse melhorar", relatou. A medida que a consulta foi avançando, o tom, segundo ela, foi ficando grosseiro. Em um momento, a paciente foi questionada se tinha tomado remédio para a dor. A resposta foi negativa e, o profissional, gritou: "Como você não toma remédio desde ontem, se está com dor?". A automedicação não é recomendada pelos órgãos de saúde.
O plantonista, então, prescreveu os medicamentos, mas teria palpitado que não seria nada neurológico, "deve ser ansiedade". Antes de ir para a sala de conforto, a paciente explicou a ele que procurou o hospital porque um tio tinha sentido tontura e outros sintomas parecidos, quando descobriu ter sofrido um Acidente Vascular Cerebral. O médico, então, teria dito em tom ríspido que "todo mundo conhece alguém que teve um AVC”.
Após a aplicação da medicação na veia, a tubaronense dormiu. No momento da alta, seu marido foi até o médico para pegar um atestado, pois era madrugada e ela teria que acordar cedo para trabalhar. O médico, então, teria respondido, rispidamente, que também iria trabalhar também cedo. "Deu a entender que estávamos lá apenas para pegar um atestado", depusera. O marido, então, respondeu que não permaneceria em um hospital até aquele horário para pegar um atestado. A tréplica foi ainda mais agressiva. "Procure outro médico para tratar a sua esposa”, disse o plantonista.
Segundo o casal, outros pacientes reclamam do médico. "Inclusive, disseram que no SUS ele manda pacientes embora, sem atender", publicou a tubaronense, que recebeu uma série de comentários e curtidas em sua rede social.
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