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Pandemia das mortes e da corrupção

Atualizado há 2 anos
Pandemia das mortes e da corrupção

Foto: Reprodução

O novo coronavírus que partiu da China e atacou violentamente o planeta causando milhões de infectados e mortes, segue sua rota letal dia após dia. A causa e o efeito da temível covid-19 atinge todas as idades, principalmente a população acometida de comorbidades. No Brasil, diferente de outros países, o fenômeno trouxe a dor e sentimento para milhares de famílias, como também expertise para desalmados da espreita. Especialistas em eventos dessa natureza, aproveitam aumentar seu paraíso fiscal. Na mídia ou nos tribunais, os artistas transformam o palco da emoção para quase se esvaírem na real lágrimas de crocodilo. Na outra ponta, para desespero de todos, hospitais superlotados de pacientes com todo tipo de enfermidade, desabam ladeira abaixo com o desequilíbrio grave na queda de receita. Exemplo do Nossa Senhora da Conceição, cuja direção, na iminência de promover demissões, optou por diminuir a jornada de trabalho e reduzir os salários de seus colaboradores. Os parasitos de colarinho branco, não basta apenas serem hostilizados, deviam ser trancafiados na profundidade da sombria masmorra.  

Ponte pênsil patrimônio de Tubarão

Com o objetivo de manter no arquivo histórico da cidade, vereador Dalton Marcon (MDB) entrou com projeto de lei, na última segunda-feira, 18/5/20, para que a ponde pênsil defronte à Unisul não seja destruída e sim tombada como patrimônio histórico da Cidade Azul. O edil emedebista enaltece a construção da passarela, contudo, espera o apoio de seus pares para aprovação do citado projeto. Espera-se que lá na frente não se repita o que ocorreu com a Ponte Hercílio Luz de Floripa, em que no afã de recuperar o monumento completamente deteriorado pelo tempo, investiram uma bagatela de milhões, outros milhões, com muito mais milhões. No fim das contas, o principal patrimônio da capital, teve sua conclusão num valor astronômico. Para os projetistas e contabilistas, embora com projeção moderna, o que foi gasto na nova estrutura da ponte que liga o continente a parte insular, daria para construir outras três iguais. Que a nossa modesta ponte pênsil seja apenas para visualização e nada mais.  

Foi infeliz ou mal intencionado

Em sessão da Alesc, desta semana, alguns deputados que fazem oposição ao governo Carlos Moisés, não mediram palavras e soltaram o verbo desproporcionalmente atingindo em cheio a população de Tubarão. Natural de Joinville, norte do estado, deputado Kennedy Nunes (PSD), devido às complicações do atual governo, na era crítica da pandemia, com a compra de respiradores e hospitais de campanha mal fadados, nepotismo e muito mais. Eis que o deputado foi literalmente cruel com Tubarão, denominado-o de "República de Tubarão". Devia se ater aos tubarões do governo e não ao município. A população daqui está revoltada com atitude desse destemperado parlamentar. E de outros que estão denegrindo uma cidade inteira. Pedir desculpa é pouco para tamanha malevolência.  

Comemorando o sesquicentenário

No mosaico de homenagens a Tubarão, sem a menor dúvida, cada um de nós mostra com orgulho um pouco da inesquecível e sucessiva história de nossa Bela Cidade Azul. Para quem é natural desta bendita terra, fica mais à vontade para descrever a importância de Tubarão, não só para a região e o Estado, mas também no contexto nacional. Sua localização, entre a Serra e o Mar, exemplifica a relevância de um município próspero do sul catarinense, confiável, bom de morar e excelente para se viver. Obrigado Tubarão pelos 150 anos. Continuaremos trabalhando incansavelmente na sua transformação e com objetivo de proporcionar o futuro de novas gerações.  

Nossa querida e sempre amada cidade de Tubarão.

Por que o tempo passou tão rápido. Guardadas as proporções, não devia ser assim, porque deixou para trás a saudade de uma veracidade jamais suprimida. Ó Tubarão, que saudade sentimos daqueles tempos idos e muito bem vividos. Décadas de 70, 80 e 90, período célebre catalogado, mormente quando o tema diz respeito a mobilidade e segurança. Para os dias atuais de agitação e estresse, a lembrança daquela época nos remonta quão era a maravilha de um povo ordeiro e trabalhador. A cidade ainda em evolução, com uma população pequena, não mais de 40 mil habitantes, a estreita relação de amizade era como se fôssemos todos da mesma família. Sem internet, smartphone, iphone, a interligação se dava em torno do contato pessoal, o oposto desta liturgia das redes sociais onde ocasiona confinamento de indivíduos de todas as idades. Trinta anos atrás as brincadeiras e diversão comparadas as de hoje, embora reconhecendo as facilidades tecnológicas, eram bem mais apreciadas e compartilhadas em terra fértil, ar puro, com Sol ou chuva. Nos diversos terrenos baldios da redondeza fazíamos o espetáculo mambembe de todos os dias. Parabéns nossa eterna amada cidade de Tubarão.  

Tiro certeiro nos pés

Quem te viu, quem te vê. O ex-ministro da Justiça e Segurança Pública e, que comandou a Lava-Jato em Curitiba, sem querer excluir o mérito de toda operação, ao abandonar a carreira sólida da magistratura para ingressar na política, deve estar arrependido pelo incorrigível ato falho. Em recente declaração em sua conta na rede social, escreveu: "Não entrei no Governo para servir a um mestre. Entrei para servir ao País" - Sergio Moro. No fundamento, diríamos que foi quase perfeito. A única questão que surge é: a forma com que saiu serviu ao país, ou aos radicais de esquerda? A insuspeição é que ele tenha utilizado a metralhadora, excêntrica traidora.  

Narradores fanáticos contra o bom espetáculo

Todos os dias, todas as horas, todos os minutos, a extrema-imprensa, como é sabido nacionalmente, as primeiras páginas e os noticiários televisivos reservam a melhor e longa parte para tentar destronar o presidente da República. Nunca antes na história deste país se viu ou ouviu tamanho disparate do jornalismo brasileiro. São comparados a uma equipe de transmissão esportiva. Narrador, comentaristas e repórteres. Eles satirizam as 24 horas do jogo, no verdadeiro transe de troca de posição. Utilizando o esquema de retranca de técnico de um time rebaixado, são capazes de em pleno ano de 2020 narrarem um magistral golaços de Pelé ou de Garrincha, em um lotado Maracanã lotado tamanho do país. Desse jeito que estão procedendo com Bolsonaro. Preferem discorrer a trajetória de corruptos condenados a comentar fatos notáveis de austeridade, integridade e honradez com o trato da coisa pública. No Brasil não existiu nenhum presidente com a cortesia as classes sócias de ir ao encontro de pessoas humildes. Penso que não há mundo outro igual ao atual presidente do Brasil Jair Bolsonaro.