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Querem condenar e crucificar o Messias do Brasil

Atualizado há 2 anos
Querem condenar e crucificar o Messias do Brasil

Foto: Divulgação

A cassada implacável e voracidade contra o presidente. A perseguição a Jair Bolsonaro segue incontinentemente 24 horas, todos os dias da semana, do mês e do ano, nos mais variados segmentos da sociedade, principalmente no judiciário e Congresso Nacional. Mesmo que não tenha cometido ato de corrupção, o presidente considerado de conduta ilibada e com reputação de grande chefe de estado até momento em sua administração, não obstante, há forças estranhas com histeria descontrolável de esquerdistas para removê-lo do poder a todo custo. Se vivo estivesse, psicanalista Sigmund Freud conseguiria decifrar tal movimento da bandeira vermelha. De maneira analógica, o que estão fazendo contra o presidente, para quem sabe e o conhece, na inacreditável inversão de valores, está muito mais intensa do que a incursão policial realizada recentemente para capturar o criminoso Lázaro Barbosa. Em um país que passou pela pior época de toda sua história, em mais de 20 anos nas mãos de corruptos e corruptores, os mentecaptos da política, da classe artística e da ultrajada imprensa nacional, com resquício do establishment midiático, sentiram a torneira fechada dos bilhões que esguichava via acertos corporativos onde abasteciam os cofres da malandragem. Não deu outra. Desde então, iniciou a operação de mentiras sobrepondo a lealdade de um governo que não admite jamais trapaças no Palácio do Planalto. Nesse saudoso percurso, Judas é o que não faltam. Estão fazendo de tudo, revirando de cabeça para baixo a vida de Bolsonaro, na tentativa do impeachment, caso não dê certo, querem de qualquer jeito enfraquecer o poderio político e crucificar o Messias do Brasil.  

Socialismo se preparando para retornar

Não fosse trágico seria hilariante o que estão querendo fazer novamente no Brasil. O nome de Luiz Inácio Lula da Silva, conhecido popularmente como o maior chefe da organização criminosa do país, após ser condenado e preso e respondendo por dezenas de processos, o petista retorna na maior cara de pau como se nada tivesse acontecido, pasmem, dizendo estar pronto para voltar a presidência da República, e recuperar a economia com retomada do emprego e renda dos brasileiros. Convenhamos, em oito anos de mandato, com mais seis de Dilma Rousseff, não bastasse investir fortunas em países comunistas da América Latina e da África, a extrema esquerda dilapidou por completo a máquina pública. Em país sério, Lula estaria cumprindo rigorosa pena condenatória pelos estragos cometidos no Brasil, e não se assanhando a voltar a disputar o cargo de presidente da República.  

Filhos ingratos ou espertos

Como diria o próprio pai - Lula - nunca na história deste país houve tamanho silêncio dos meus rebentos. Durante todo processo de condenação e prisão na Lava Jato, os filhos do ex-presidente condenado da Silva, calados estiveram, mudos seguem sem um pio sequer na imprensa e nas mídias sociais. Porque será? A pergunta que não quer calar, mais do que qualquer coisa, quando se mexe com alguém da família, seja Pedro ou seja Paulo, doa a quem doer, a resposta vem em tom de absoluta defesa, lógico, de seu ente querido. Mas com os filhotes bem aquinhoados do dono do PT, houve contraponto e jamais se pronunciaram para defender o pai das acusações pela justiça de Curitiba, comandada pelo então juiz Sergio Moro. Estranho não? Essa quietude toda seria mais uma forma de expertise consciente para não despertar ainda mais o clã judicial que está no pé do papai Lula. Contudo, quem possui onze togados a seu favor, não há nada a temer. Os então pobres e zeladores de zoológicos, agora vivem deleitados em verdadeiros paraísos fazendários e com altíssimos valores pecuniários.  

A união faz a força

É assim que está ocorrendo com os prefeitos da Amurel. A previsão de investimentos por parte do governo estadual, com certeza, tem tudo a ver com a interação dos chefes de executivos da região. Joares Ponticelli de Tubarão, Laerte Silva de Jaguaruna, Samir Ahmad de Laguna, Nenem Bardini de Treze de Maio, Beto Kuerten de Braço do Norte e Deyvison de Souza de Pescaria Brava, atual presidente da Amurel, em especial, fazem parte de um grupo fortificado para conquistar apoio e recursos do governador Carlos Moises, para realização de muitas obras regionais importantes. Caso da recuperação da Barra do Camacho, rodovia em Treze de Maio com Sangão, a tão sonhada e aguardada pavimentação da estrada Ageu Medeiros, que liga Tubarão a Laguna. Ao que se observa, essa união de prefeitos, em breve, terá muito mais novidades em termos de ampliação na infraestrutura em toda região da Amurel.  

Em alta na política catarinense

Por experiência de alguns anos na vida pública, prefeito de Chapecó, João Rodrigues aproveita o momento propício para se mostrar ainda mais ao povo de Santa Catarina, realizando visitas por diversos municípios e, no fim de semana, a agenda do gestor do oeste foi em Braço do Norte, em Gravatal e no município de Tubarão. Esteve com amigos e correligionários no Vale, na cidade das Àguas Termais, sendo que na Cidade Azul, Rodrigues, o homem da garupa na motociata de Bolsonaro, além de positiva recepção de partidários, participa do programa de Haroldo Silva, o entrevista Tubá apresentado pelo amigo alcunhado Dura. De amizade estreita com presidente Jair Bolsonaro, João Rodrigues surge como possível candidato nas eleições em 2022. Fala-se em rodas políticas, a plausível dobradinha com o prefeito Clésio Salvaro de Criciúma, rumo ao governo do estado. Seria a força do sul com o oeste, no pleito do ano que vem?