Ponticelli foi preso em 14 de fevereiro e logo se tornou réu no processo que apura esquema criminoso de fraude em licitação, corrupção ativa e passiva, organização criminosa e lavagem de dinheiro no setor de coleta e destinação de lixo. Segundo a juíza Cinthia Bitencourt Schaefer, responsável pelo caso, os gestores de Tubarão recebiam uma “mesada” de cerca de R$ 30 mil mensais do Grupo Serrana.
🚨 Segurança
Joares Ponticelli tem liberdade concedida, mas terá que usar tornozeleira eletrônica
Por 180 dias o político não poderá ter contato com qualquer envolvido na Operação Mensageiro, nem entrar nas dependências da prefeitura.
Por EXTRA.SC
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